Uma cintada não dói!

Jurandir, com seus 8 anos, era um garoto muito levado, como todos os outros de sua idade. Tinha vários amigos, por isso mesmo preocupava-se quase só em brincar, fato que era duramente criticado por seu pai – seu Gilmar – que cobrava mais empenho e dedicação do filho para os estudos.

– Você tem que se dedicar mais aos estudos Jurandir, brincar não enche a barriga de ninguém.

– Mas eu não gosto de estudar. Retrucava Jurandir.

Na mesma semana em que teve essa conversa com seu pai, Jurandir e seu amigo Lindomar, faltaram à aula para irem até a casa de Arlindo, que tinha ganhado um videogame novo, e por lá ficaram a tarde toda.

Jurandir voltou para casa como se nada de diferente tivesse acontecido. O que ele não sabia é que sei pai havia ido até a escola para buscá-lo, e ficou sabendo que ele não tinha comparecida à aula. Ao conversar com a professora de seu filho.

Durante a noite, seu Gilmar, já com um cinto de couro na mão, chamou seu filho para conversar.

– Onde você esteve pela tarde? Perguntou o pai.

– Na escola, por quê? Disse Jurandir já com uma ponta de medo.

– Porque eu vou te ensinar a não mentir, “muleque”!

Após a surra que tomou de seu pai, Jurandir passou a compreender quais são suas prioridades e que não deve mentir nem enganar as pessoas, principalmente seus pais.

 

Aluno: Leonardo Turco, 3B.

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