Senhores deputados

 

Senhores deputados,
Tenho visto em noticiários a questão da lei das palmadas. Em relação a isso tenho dois pensamentos, e pergunto-me como vai ser a formação da educação no futuro. Claro, tudo tem um limite, concordo que caso  um indivíduo ultrapasse esse limite, o agressor seja devidamente punido conforme as punições descritas na constituição. Mas tem o outro lado da moeda – como dito acima. Como fica a formação da educação? Punições com castigos corporais ajudam, até certo ponto, na formação de crianças e adolescentes, tem casos em que só o dialogo entre pais e adolescentes não funciona.  Por exemplo: a descoberta de que o filho é usuário de drogas.  A violência física, num primeiro momento, é a primeira “solução” encontrada, e só depois o diálogo vem à tona para saber o motivo do uso de drogas, nesse caso sou a favor do diálogo,  pois a violência não é o método mais eficaz para a conscientização.
Se uma palmada for exclusivamente voltada à formação da educação de crianças e adolescentes sou a favor, porém, reitero, até que não ultrapasse o limite virando agressão.
Ass: Cidadão Brasileiro

 

Autor:Maurício Rostirolla, 3A

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Mudanças na Educação

 

Antigamente não existam leis para punir agressões ou maus tratos aos adolescentes e crianças. Os pais chegavam em casa e, se a criança aprontasse, já ocorriam as palmadas e os maus tratos.

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Senhores deputados,

Redijo-lhes esta carta em crítica à lei que vossas senhorias criaram e que tem como objetivo punir qualquer pessoa que tenha em sua guarda uma criança e a agrida, seja verbal ou fisicamente.

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