Carta aos Deputados

Senhores Deputados,

A lei nº 8.069 passou a vigorar, acrescida de novos artigos. Essa lei proíbe qualquer castigo corporal, tratamento cruel ou degradante contra crianças. Até certo ponto essa lei é muito correta, pois garante a proteção das crianças contra maus tratos. Porém, ela se torna muito radical quando proíbe as “palmadas” usadas pelos pais para discipliná-las.

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Palmadas na Bunda!

Senhores deputados,
O projeto de lei que reforça os artigos em defesa da criança e do adolescente, que recentemente teve sua aprovação na câmara, interfere no processo de educação da criança, já que, por serem pequenas, é difícil fazê-las entenderem o que é certo e o que é errado somente com uma conversa. Não estou defendendo agressões bárbaras, que traumatizam a criança, estou defendendo um método milenar conhecido vulgarmente por “tapa na bunda”, que apesar de marcar o “traseiro”, também marca a educação ética e moral da criança. Este método vem sendo usado por muito tempo, e tem dado certo, até hoje.

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Senhores deputados

 

Senhores deputados,
Tenho visto em noticiários a questão da lei das palmadas. Em relação a isso tenho dois pensamentos, e pergunto-me como vai ser a formação da educação no futuro. Claro, tudo tem um limite, concordo que caso  um indivíduo ultrapasse esse limite, o agressor seja devidamente punido conforme as punições descritas na constituição. Mas tem o outro lado da moeda – como dito acima. Como fica a formação da educação? Punições com castigos corporais ajudam, até certo ponto, na formação de crianças e adolescentes, tem casos em que só o dialogo entre pais e adolescentes não funciona.  Por exemplo: a descoberta de que o filho é usuário de drogas.  A violência física, num primeiro momento, é a primeira “solução” encontrada, e só depois o diálogo vem à tona para saber o motivo do uso de drogas, nesse caso sou a favor do diálogo,  pois a violência não é o método mais eficaz para a conscientização.
Se uma palmada for exclusivamente voltada à formação da educação de crianças e adolescentes sou a favor, porém, reitero, até que não ultrapasse o limite virando agressão.
Ass: Cidadão Brasileiro

 

Autor:Maurício Rostirolla, 3A

Senhores deputados,

Redijo-lhes esta carta em crítica à lei que vossas senhorias criaram e que tem como objetivo punir qualquer pessoa que tenha em sua guarda uma criança e a agrida, seja verbal ou fisicamente.

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